Moral da história. Que azar é este?


Pra começar peço desculpas por não ter publicado a Moral de ontem pois foi meu aniversário. Obrigado amigos. Hoje acordei tarde e decidi vir trabalhar de trem. Descobri que é uma fonte inesgotável de acontecimentos. Você vê de tudo. Se eu pudesse viria todo dia. É pilha!!!

Fiquei de frente pra um senhor e na estação seguinte, uma senhora se colocou a meu lado e logo puxou assunto com a jovem que estava a sua frente. Apesar de muitos não terem noção. Eu tenho alguma e percebi que a pessoa não estava com a menor vontade de conversar, mas deu atenção.

A mulher danou a falar das desventuras do filho. Eu sei que é feio prestar atenção na conversa dos outros mas não tive como. (ME ESCANGALHEI DE RIR) O cara, filho/militar e tão azarado que segundo sua mãe, só vive preso. Entre uma risada e outra consigo me lembrar bem de duas. O rapaz vem com a bandeja de comida pelo refeitório, escorrega e a bandeja cai na cabeça do chefe (TALVEZ UM CABO OU OUTRA PATENTE), todo mundo ri e resultado, detenção. Desta última vez, tava na torre de vigia, dormiu em pé… Segundo as palavras da mãe, dorme muito bem deitado imagina de pé… Cochilou na cabine de um por um e de alguma maneira conseguiu dar um tiro que quase acertou o colega que estava no mato. Resultado, detenção. Só pergunto uma coisa. O que o maluco tava fazendo no mato durante a madrugada? Mas deixa pra lá… É tão azarado que tava preso enquanto tava todo mundo rindo dele. Ouvindo parecia até piada ou trecho de filme. (kkkkk)

No final a jovem reconheceu o nome do milico, disse que perto dele nem pensar e eu acho que depois de tudo ele perdeu uma possível namoradinha. Moral da história. Que azar é este?

Moral da história. Quanto mais eu rezo mais assombração aparece.


Gente, eu devo estar cagado de urubu, só pode ser. Esses dias dois amigos me ligaram dizendo que estavam lendo a coluna e queriam ver como eu estaria no fim do ano. Isso por que me conhecem, é já sabem os absurdos que me acontecem em 24hs. (Zoando muito. Abraço M.C e A. S.).

Sai pra trabalhar normalmente. Sabe eu não sou uma criatura do dia, nas primeiras horas é muito fácil que eu esteja, como diria uma amiga mais velha, A. V. que inclusive faz niver hoje, “monossilábico”. Pois bem… Estava descendo o condomínio quando via uma vizinha que não tenho muito contato, mas já tinha percebido que ela gosta de falar.
Retardei meu passo, justamente para não ser visto. Não adiantou nada ele me viu e esperou.

Irmão é muita carência, muita vontade de não dizer nada, ai meus Deus!!! Ela falou dos gatos, dos vizinhos, do trabalho dela… O ônibus veio!! (Tomara que não pegue esse ônibus!!! Tomara que não pegue esse ônibus!!! Tomara que não pegue esse ônibus!!! REPETI ISSO NA MINHA MENTE UMAS CEM VEZES). Você já sabe, ela pegou. Ai eu estava torcendo pra sentar e não ter lugar junto . Eu sentei, não junto. (Graças a Deus!!!). Infelizmente no corredor, ao lado dela que também sentou no corredor.

Eu sou casado e minha mulher fala pelos cotovelos. Suportar a dos outros logo cedo… Minha viagem pro trabalho dura mais de uma hora e meia. Tentei dormir e nada ela continuou falando sei lá o que. Um cara entrou na frente, ela pediu licença. Na minha cabeça muitos sinos… E ela falando nada que prestasse. Ufa, depois de um engarrafamento monstro cheguei. Como diria, I.R, outra amiga: “to rezando pouco” Moral da história. Quanto mais eu rezo mais assombração aparece.

Moral da história. Bla, bla, bla, pererê pão duro.


Dia difícil, hoje é dia de trabalhar perto de casa. Geralmente por este motivo gosto muito das segundas- feiras, mas esta tá de doer. Achava que continuaria escrevendo a coluna sobre o fim de semana mas as circunstancias me direcionaram a outro polo.
Pra começar o PC de casa desligou enquanto eu escrevia a coluna (PERDI TUDO, E O PC NÃO QUIS LIGAR). Tudo bem eu sei que tinha que ter salvo o arquivo. Mas nem você faz isso toda hora. Estou cheio de vontade de xingar o Bill… aquele que ganha muito com o sistema operacional.

Depois ao procurar o pendrive, descobri que minha esposa o lavou na máquina. E no final de semana ela me pediu pra escrever algo sobre ela também… To com vontade de xingá-la. (MAS NÃO VOU FAZER ISTO). Acho que palavrão é falta de vocabulário. Meu bem já estou pensando e escrevendo sobre você.

Cheguei no trabalho e percebi que tudo que eu tinha estava no pendrive. (CARA DE TRISTE). Aqui tudo que estou tentando fazer não está dando certo. Seria hoje o dia comparado a sexta-feira 13 para os profissionais de informática e colunistas… Lembrei da minha esposa de novo. Toda vez que ela tá contando algo que ela não quer dar muitos detalhes ela diz no meio da frase… “Bla,bla, bla, pererê pão duro” Faço minha estas palavras. Entre xingamentos eu prefiro não comentar. Até me pergunto o porque do pererê querer pão duro.

Será que se eu dormir este dia acaba. Alguém tem uma boa notícia? Pra você tudo vai bem? Por que pra mim… E ainda sentei no chiclete. Não aguento mais. Por hoje vou me calar. Moral da história. Bla, bla, bla, pererê pão duro.