Moral da história. Bla, bla, bla, pererê pão duro.


Dia difícil, hoje é dia de trabalhar perto de casa. Geralmente por este motivo gosto muito das segundas- feiras, mas esta tá de doer. Achava que continuaria escrevendo a coluna sobre o fim de semana mas as circunstancias me direcionaram a outro polo.
Pra começar o PC de casa desligou enquanto eu escrevia a coluna (PERDI TUDO, E O PC NÃO QUIS LIGAR). Tudo bem eu sei que tinha que ter salvo o arquivo. Mas nem você faz isso toda hora. Estou cheio de vontade de xingar o Bill… aquele que ganha muito com o sistema operacional.

Depois ao procurar o pendrive, descobri que minha esposa o lavou na máquina. E no final de semana ela me pediu pra escrever algo sobre ela também… To com vontade de xingá-la. (MAS NÃO VOU FAZER ISTO). Acho que palavrão é falta de vocabulário. Meu bem já estou pensando e escrevendo sobre você.

Cheguei no trabalho e percebi que tudo que eu tinha estava no pendrive. (CARA DE TRISTE). Aqui tudo que estou tentando fazer não está dando certo. Seria hoje o dia comparado a sexta-feira 13 para os profissionais de informática e colunistas… Lembrei da minha esposa de novo. Toda vez que ela tá contando algo que ela não quer dar muitos detalhes ela diz no meio da frase… “Bla,bla, bla, pererê pão duro” Faço minha estas palavras. Entre xingamentos eu prefiro não comentar. Até me pergunto o porque do pererê querer pão duro.

Será que se eu dormir este dia acaba. Alguém tem uma boa notícia? Pra você tudo vai bem? Por que pra mim… E ainda sentei no chiclete. Não aguento mais. Por hoje vou me calar. Moral da história. Bla, bla, bla, pererê pão duro.